2666


Recomendo, é isso que me cabe por enquanto dizer.

Como resenhar um livro de 851 páginas, cinco partes e dezenas de personagens? Posso dizer apenas que gostei, é um livro com jeito de inacabado. É literatura em estado bruto. Voltarei a este post mais tarde para complementar com novas observações.

Para ler mais:
Bolaño, um mito em construção (El País)
O homem que escreveu 2666 (Bibliotecário de Babel)

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