Domingo, dia de missa e latim

31 de maio de 2010, centro de São Paulo. Quase cinco décadas depois do fim do Concílio Vaticano II o latim ainda encontra seus adeptos dentro da liturgia católica.

Pater noster, Qui es in caelis, sanctificetur nomem tuum. Adveniat regnum tuum.

Fiat voluntas tua, sicut in caelo et in terra.

Panen nostrum quotidianum da nobis hodie. Et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostri.

Et ne nos inducas in tentationem: sed libera nos a malo. Amen.

A oração do pai-nosso em latim reverberou no meio da oração eucarística tal como fez Bento XVI no vídeo abaixo.  O canto, mesmo com um coral bem ensaiado, feriu meu ouvido e não ganhou a simpatia de um amigo que não era católico. Distanciamento talvez seja a palavra chave.

Vejo sentido na utilização da oração em latim em grandes santuários com presença de fiéis de várias nações,  festas litúrgicas grandiosas ( Natal, Páscoa e afins), ou quando grandes autoridades eclesiásticas se reúnem.

É bonito, mas fora de lugar pode servir para confundir, não para re-ligar ou esclarecer. O exagero e a arrogância não são elementos litúrgicos.

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