Marcos Rey, um amigo que me faltava

Se minhas contas estiverem certas e minha memória não tiver roubado nenhuma lembrança, encerrei hoje a leitura do meu terceiro livro de Marcos Rey (Ópera de Sabão, Memórias de um gigolô e O enterro da cafetina). Eu devo estar meio sentimental ou realmente influenciado pela genialidade desse paulistano. Fui ler no site (http://www.marcosrey.com.br) que a mulher dele criou algo mais sobre sua biografia…

Fiquei com um certo aperto no peito e a certeza de que Marcos, mesmo ‘em memória’, é o amigo que me faltava. Na minha estante, creio que será difícil surgir outro contista e romancista capaz de entender melhor as curvas da metrópole. Mas, ele é excelente não apenas porque conquista a simpatia daqueles que amam São Paulo. É bom porque sabe contar histórias.

Eu, meio casmurro, não sei se teria sido companheiro de Edmundo Donato, o dono do pseudônimo e autor dos livros que me encantam. Os escritores são misteriosos, difícil saber os humores de quem está do outro lado da máquina de escrever. Mas… estou vivendo a certeza de que cada vez mais Marcos Rey é um cara que vai estar sempre presente na minha vida.

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